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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Como fazer .GIF animado no Photoshop


Ontem li um artigo afirmando que uma das novas tendências entre fotógrafos para destacarem suas imagens são .GIF animados.

A possibilidade de fazer uma pequena animação com várias fotos em sequência não é de hoje, no entanto, sempre esteve associada a um certo mal gosto. A primeira coisa que me vem à mente quando se fala em .GIF animado são aqueles sites do final dos anos 90, todo coloridos e com dezenas de imagens animadas de bichinhos, botões piscando, e assim por diante.

Sinceramente, não sei se .GIF animado se tornará realmente uma moda - espero que não! -, de qualquer modo, fiquei curioso para saber como funcionava a criação de um arquivo do gênero e abaixo explicarei como é possível fazer um no Photoshop.


A primeira etapa é criar três camadas (layers) e importar as fotos que estarão presentes na sequência.

Escolhi as imagens de um grupo percussão que cruzavas as ruas da Perúgia, na Itália, mas você pode selecionar qualquer tipo de imagem em sequência, ou até imagens que não possuem nenhuma relação entre si, mas que possuam uma proposta estética específica.
Isto ficará a seu critério.


Feito isto, você deve ir no menu Janela (window) e clicar em Animação (animation). Isto fará com que uma janela apareça no rodapé do Photoshop.

Neste ponto, você deverá incluir na animação as imagens que estão em cada camada (layer). Para tanto, você deverá ocultar todas as fotos, clicando no ícone do olho da respectiva camada, deixando visível somente a foto que você quer incluir na sequência da animação.


Para adicionar novos quadros (frames), você precisa clicar no ícone Novo quadro (new frame), ao lado da lixeira no rodapé. Depois, ocultar a camada anterior e tornar visível a próxima camada, e assim por diante, até completar todos os quadros da animação.

Fiz um .GIF animado com 3 quadros, mas você pode inserir quantos quadros desejar.


Em seguida, selecione todos os quadros, clique no menu à direita da janela de animação (onde está a flecha vermelha) e selecione a opção Tween...

Assim você terá posto sua animação em marcha.


Retorne aos quadros e você verá que abaixo das miniaturas das imagens há uma informação de tempo (inicialmente, de 0 segundo).
Escolha a velocidade desejada, neste caso, selecionei 1 segundo.


Por fim, para gerar o arquivo, vá no menu Arquivo (file) e selecione a opção Salvar para Web e dispositivos (Save for web and devices).

Abrirá uma nova janela, com vários opções customizáveis. Como as fotos que usei eram grandes, optei por reduzir o tamanho dela nos campos Tamanho da Imagem/Percentual (Image Size/Percent).
Deste modo, o .GIF ficará menos carregado.

Para visualizar o resultado, clique no botão Visualizar (Preview). Depois é só salvar e fazer o upload do .GIF animado na internet.
Para ver o resultado com a imagem já pronta, é preciso visualizá-la no navegador. Não será possível conferir a animação abrindo a imagem num programa normal de fotos.

No fundo, a qualidade final de um trabalho como este dependerá muito de sua criatividade na hora de montar a sequência e também de seu talento como fotográfo.
Pode ser piegas, mas também pode ser bastante interessante.

Exercício prático

A partir deste tutorial, tente criar um .GIF animado com fotos em sequência, ou como você desejar.
Depois, compartilhe conosco o resultado em nosso grupo do Flickr
http://www.flickr.com/groups/calabocaeclica/

***

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domingo, 19 de maio de 2013

Cala a Boca e Clica! - Curso de Introdução à Fotografia agora em livro

Cala a Boca e Clica! - prévia da capa do livro

Isto era inevitável.

Após vários meses escrevendo os artigos para o Cala a Boca e Clica!, percebi que estava na hora de lançar um material que você pudesse reler com facilidade em seu computador ou tablet.

Assim, reunindo os principais artigos do site e outros inéditos, estamos lançando o livro digital Cala a Boca e Clica! - Curso de Introdução à Fotografia.

São 179 páginas, totalmente ilustradas e coloridas, ensinando tudo o que você precisa para sair com sua câmera e deixar os outros de queixo caído com suas fotos.

O Curso de Introdução à Fotografia custa R$ 19,90 em formato digital (.PDF), e será enviado para seu e-mail no final do dia, após a confirmação da compra.

Como comprar o livro do Cala a Boca e Clica?

Existem duas maneiras para isto:

1 - com cartão de crédito ou conta no Paypal, clicando no botão abaixo




2 - através de depósito bancário em conta do Banco do Brasil, as informações para depósito são as seguintes:

Banco do Brasil
Denise R. Nappi
Agencia: 1537-7
conta corrente: 9481-1

No valor de R$ 19,90. Depois, é só enviar uma cópia do comprovante de depósito (pode ser foto ou imagem escanerizada) para o e-mail

calabocaeclica@hotmail.com (e-mail exclusivo para a venda do livro, questões devem ser feitas aqui no blog ou no grupo do Flickr)

e, após confirmarmos o depósito, o guia será enviado para seu e-mail no final do dia.

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O que tem no Curso Introdutório de Fotografia do Cala a Boca e Clica?

- O que é fotografia?
- Quais são as melhores câmeras fotográficas e como escolher uma?
- Entendendo melhor sua câmera
- Aprendendo a controlar ISO, velocidade do obturador e abertura de diafragma
- Obtendo a melhor exposição
- Lentes e distância focal
- Equilíbrio do branco
- Todos os princípios de composição e como obter fotos mais interessantes
- Os segredos dos grandes fotógrafos
- Workflow digital e como organizar suas fotos

Adquirir o Curso Introdutório de Fotografia do Cala a Boca e Clica! é a melhor maneira para estudar as técnicas fotográficas e também para contribuir com nosso trabalho, permitindo-nos trazer cada vez mais informações e técnicas para os fotógrafos amadores ou profissionais.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Quer fotografar com câmeras de filme? É mais simples do que parece - parte 1


Se você veio para aqui no "Cala a Boca e Clica!", então talvez você já esteja apaixonado pelo mundo da fotografia, disposto a aprender novas técnicas e se aperfeiçoar.

Mas você já pensou em fotografar com uma câmera de filme?

Entendo que as câmeras digitais sejam muito legais e práticas. É clicar, passar para o computador, fazer a pós-edição (mesmo que a maioria das pessoas pulem esta etapa) e pôr na internet para todos verem. São as vantagens do mundo contemporâneo.

No entanto, recentemente houve um revival das câmeras fotográficas analógicas, ou seja, daquelas que ainda usam filme fotográfico. A Lomografia veio com força total e angariou muitos adeptos.

(imagem obtida com uma Pentax K1000)

Eu mesmo nunca havia me interessado por fotografar na época de filme. A minha primeira câmera foi digital, e aprendi a fotografar em câmeras digitais. Todavia, depois de um tempo, pensei que talvez fosse interessante comprar uma câmera de filme e me arriscar, mesmo que fosse apenas para brincar um pouco. E isto se tornou um vício.

Pois fotografar com filme é tudo de bom! É cool, é diferente, é muito charmoso!

Escolhendo uma boa câmera de filme


Ótimas opções de câmeras fotográficas de filme é o que não falta. Desde 1920 até o começo do século XXI, as câmeras de filme dominaram inquestionavelmente o mercado, desde as tradicionals 35mm (o rolo pequeno) até as de outros formatos maiores, geralmente para uso profissional.

Se você está entrando agora neste mundo, o melhor mesmo é começar com uma câmera 35mm, por várias razões:

1 - é mais fácil encontrar os rolos de filme para comprar;
2 - é mais fácil encontrar alguém para revelar os filmes;
3 - os filmes e a revelação custam mais baratos; e
4 - as câmeras também custam mais em conta.

Depois, se você se animar, então pode pensar em partir para uma câmera de formato médio, como as de filmes 120, porém os filmes já são mais caros e nem sempre se encontrará um laboratório capaz de revelá-los.


A minha primeira câmera de filme foi uma FED-3, câmera de fabricação russa da década de 60, uma réplica das antológicas Leicas. Esta câmera não é para amadores, eu já adianto. Ela é totalmente manual, sem baterias, sem fotômetro, sem foco automático, sem nada.
Tem a lente, um visor ótico de uma rangefinder (ou seja, você não veja a imagem através da lente da câmera, como nas Reflex), os controles de abertura de diafragma e velocidade do obturador, a manivela para adiantar o filme e só!

(imagem obtida com uma FED-3)

Para fotografar com uma câmera destas são dois desafios: 1 - obter a exposição correta sem um fotômetro, e 2 - conseguir ajustar corretamente o foco.

No primeiro caso, a princípio eu andava com duas câmeras na rua, uma Reflex digital e a FED-3. Eu media a exposição com o fotômetro da Reflex e copiava as configurações na câmera de filme. Por exemplo, se na Reflex indicava velocidade de 1/100, abertura de f/8 para ISO 100, eu reproduzia esta mesma informação na FED-3.
E as exposições ficavam perfeitas.

(imagem obtida com uma FED-3)

Depois, comprei um fotômetro de mão, como aqueles usados em estúdios, mas, no final, acabei decorando a tabela Sol-16, e, na maior parte das situações, eu fazia o cálculo mental de qual era a melhor configuração.


Já para o foco, em lentes manuais há uma tabelinha com duas informações, a distância em metros (m) e pés (ft), e a profundidade de campo de acordo com cada abertura de diafragma. Isto é, se você quiser uma foto mais nítida, terá de encontrar uma abertura de diafragma que permita um foco mais profundo.

Nestes casos, eu precisava fazer um cálculo mental de qual era a minha distância até o objeto fotografado, e ajustar o anel do foco para a distância estimada, pois é um processo muito mais rápido do que tentar usar o assistente do foco do visor ótico.

No fundo, este é um grande treino para qualquer fotógrafo, pois permite que você prepare sua câmera antes sequer de olhar pelo visor, pois você já montou toda a imagem em sua cabeça e já fez toda a matemática antecipadamente.

(imagem obtida com uma Pentax K1000)

Posteriormente, comprei uma Pentax K1000, um dos equipamentos favoritos de qualquer estudante de fotografia nos EUA. São câmeras baratas, confiáveis, duráveis e fáceis de usar. São completamente manuais, sem baterias e um fotômetro simples, o suficiente para sair fotografando sem medo.

Não espere comprar a câmera analógica e sair tirando fotos excelentes do dia para a noite. Você queimará muitas fotos antes de começar a obter ótimos resultados.

O importante na hora de selecionar um equipamento é pesar o preço e a qualidade da câmera. Câmeras de marcas consagradas, como Leica, Zeiss Contax e Voigtlander serão quase sempre caras. Desconfie se encontrar exemplares muito baratos.
Já de marcas como Canon, Nikon, Pentax, Olympus, Minolta, Kodak, Konica, Fuji, Vivitar e Yashica tem de todos os preços. Câmeras boas custarão mais caro, câmeras mais populares estarão em conta.
Por fim, existem as réplicas soviéticas, como FED e Zorkis (cópias da Leica), a Kiev (réplica da Zeiss Contax), e a Zenit (câmeras Reflex). É possível encontrar boas câmeras russas a preço de banana e é, sem dúvida, a melhor maneira para começar.

Onde conseguir uma boa câmera de filme?

Muita gente começa a fotografar com filme porque encontra uma câmera velha do pai ou do avô e se apaixona. Há ótimas câmeras perdidas nos baús dos antepassados.

No entanto, se você não tiver esta sorte, o melhor site para comprar câmeras que conheço é o Ebay.

Para pesquisar por câmeras fotográficas de filme, você tem de ir na categoria "Electronics", depois em Film Photography, por fim "Film Cameras". Antes de comprar, certifique-se que a câmera já vem com a lente. Além disto, confira se a câmera está em estado operacional, sem fungos nas lentes ou nenhum problema mecânico, pois tem gente que só compra câmeras como objetos de decoração, o que não será o seu caso.
Agora, muitos vendedores do Ebay não gostam de trabalhar com compradores da América Latina, por isto, para refinar sua busca, clique na opção "Worldwide" da barra lateral direita, onde está "Item Location", ou seja, onde se encontra a câmera fotográfica.
Muitas das réplicas russas são enviadas de vendedores na Ucrânia, que não tem restrições de países para a venda.
Um link direto para a seção de câmeras está abaixo.

http://www.ebay.com/sch/Film-Cameras-/15230/i.html

O site da Lomography tem várias câmeras legais e geralmente em bom estado, no entanto, os preços deles são hiper-inflacionados. Caso você prefira, pesquise no site da Lomography, e depois compare os preços e modelos no Ebay. Geralmente, encontrá câmeras pela metade ou até 1/3 do preço.

http://www.lomography.com.br/

Na segunda parte, veremos como escolher os filmes fotográficos e como aprender a mexer na sua câmera de filme.

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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Dúvida do leitor - Os ajustes introduzidos (brilho, contraste e saturação) alteram de alguma forma a resolução ou "granulação" da imagem?

No artigo O que é brilho, contraste e saturação?, o leitor Roberto propôs uma série de indagações sobre pós-processamento, então, nos próximos artigos do Cala a Boca e Clica! exploraremos mais a fundo tais questões, começando por:

Os ajustes introduzidos (brilho, contraste e saturação) alteram de alguma forma a resolução ou "granulação" da imagem?

Antes de tudo, temos de fazer uma distinção entre "resolução" e "granulação".

Como já explicamos em Quanto mais megapixels melhor, né?, resolução indica o número de pixels, ou os pontinhos que compõem a imagem.
A princípio, o pós-processamento de uma foto não afeta em nada a resolução da imagem, que depende exclusivamente da resolução da câmera, indicada em megapixels.
Só haverá uma perda de resolução caso haja recortes na foto. Quanto maior for o recorte, maior será a perda da resolução, até um estágio em que a foto começa a ficar pixelada, ou seja, você começa a perceber o pontos.

Já a granulação, ou ruído digital (ler O que é ruído digital e como ele pode afetar minhas fotos?), depende principalmente do ISO utilizado na hora de se fotografar. Quanto maior for o ISO, maior serão os grânulos (se for filme fotográfico) ou mais visível será o ruído digital.

Veja a imagem a seguir, tirada em .JPEG, sem processamento, como saiu diretamente da câmera, tirada em ISO 100.


Como usamos um ISO bastante baixo, mesmo numa situação com pouca luminosidade, o ruído digital é pouco perceptível.

Num recorte em 100% podemos perceber isto melhor.


Se a imagem não parece estar tão nítida, isto se deve a dois fatores: 1 - a lente usada não era das melhores, e 2 - não houve nenhuma correção de nitidez.


Nesta segunda imagem, editada e com pequenos ajustes de contraste, brilho e saturação, podemos perceber que os ponteiros do relógio estão um pouco mais escuros e o lustre mais destacado.


Num recorte em 100%, é evidente que não houve nenhuma perda de resolução, nem alteração na granulação, pois, como foi dito, em ISO 100 o ruído digital é quase imperceptível.
Na comparação, podemos ver as diferenças entre a foto original e a editada após os ajustes de brilho, contraste e saturação.

No entanto, a coisa muda um pouco de figura quando trabalhamos com fotos tiradas com ISO alto, pois o ruído digital pode ser bastante discernível, mesmo quando não realizamos grandes recortes.

Veja a foto abaixo, sem edição, tirada em ISO 800.


Se você prestar bem atenção, poderá reparar, especialmente no metrô em movimento, o ruído digital, mas isto ficará mais claro no recorte em 100%, abaixo.


Como utilizamos um ISO bastante alto, não há como escapar do ruído digital, que pode até ser corrigido um pouco no pós-processamento, quase sempre comprometendo um pouco a nitidez.


Nesta outra foto, fizemos alguns ajustes de brilho, contraste e saturação e você poderá constatar que tanto o trem quanto o pilar da estação ficaram mais destacados.


Na ampliação em 100%, fica muito mais evidente o aumento ruído digital, causado principalmente por causa do ajuste na saturação.


Agora, se puxarmos a barra de saturação ao máximo, obteremos uma imagem como a acima, com as cores bastante artificiais e, por causa do ISO alto, com o ruído digital gritando.


Ao ampliarmos a foto, até se parece com uma pintura moderna e abstrata.


Por fim, fizemos a comparação entre as três fotos: a original, a com processamento leve e a com saturação excessiva.

Então, respondendo a dúvida do Roberto.

Os ajustes de brilho, contraste e saturação não afetam a resolução da foto, mas podem afetar no ruído digital, principalmente em fotos tiradas com ISO alto.


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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Cala a boca e clica na mídia - Jornal O Liberal

Mãos de Vaca na Mídia - O Liberal

Algumas fotos minhas apareceram na reportagem "Viajar não é sinônimo de endividamento", tanto da versão impressa quanto da digital do jornal O Liberal, do dia 15 de junho de 2011.

Para conferir a fotos, basta clicar no link da reportagem:

http://www.liberal.com.br/noticia/DBED3B417CF-viajar_nao_e_sinonimo_de_dividas



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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Ano Novo, novas fotos! O que você quer ver no Cala a Boca e Clica?

Como o prometido, para começarmos este ano de 2012 aqui no Cala a Boca e Clica!, compartilharemos algumas fotos dos leitores tiradas entre o final de 2011 e começo de 2012.

City Lights
Foto por Bruno Macedo (http://www.flickr.com/photos/brunocmacedo/), do Parque Ibirapuera

Fonte luminosa-Torre de TV
Foto por Jáfer (http://www.flickr.com/photos/_jafer/), Fonte Luminosa - Torre de TV

Foto por Karine Lalala (https://www.facebook.com/karinelalala), de Fogos de Artifício

E quais são nossas promessas para 2012?

Ainda temos muitas coisas interessantes para falarmos sobre fotografia, para este ano minhas promessas:

- manter as boas vendas do Curso de Introdução à Fotografia do Cala a Boca e Clica!;

- continuar escrevendo alguns artigos independentes sobre técnicas fotográficas;

- acabar de escrever os artigos sobre História da Fotografia;

- começar um curso de introdução à iluminação artificial (provavelmente depois de março, pois vou me mudar e terei mais espaço para montar a parafernália);

- se possível, começar a escrever alguns reviews de câmeras.

E se vocês tiverem sugestões de assuntos que gostariam de ser abordados aqui no Cala a Boca e Clica!, é só nos escrever no comentário, em nosso grupo do Flickr, no Facebook ou no Twitter.

Um feliz 2012 a todos e obrigado a todos que enviaram suas fotos!



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sábado, 31 de dezembro de 2011

Compartilhe conosco as fotos do seu Ano Novo

New Year's Eve in Central Park

Vai passar a festa de Ano Novo em algum lugar interessante? Vai assistir à queima de fogos? Ou tirou alguma foto muito linda no dia 31 de dezembro ou no dia 1 de janeiro?

Então por que não compartilha conosco as fotos mais bonitas que você tirou?

New Year's Eve in Central Park - Fireworks

Você pode enviar o link de sua foto através do comentário desta postagem, em nossa página do Facebook, no Twitter @calabocaeclica, ou em nosso grupo do Flickr até o dia 5 de janeiro.

Publicaremos as três melhores fotos no dia 6 de janeiro de 2012, aqui no blog Cala a Boca e Clica!

Participe e um feliz Ano Novo para você e sua família!



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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Tirando fotos de sua viagem como um profissional

Cala a Boca e Clica! - Curso de Introdução à Fotografia

Aproveitando o lançamento do Curso de Introdução à Fotografia do Cala a Boca e Clica!, vamos lhes dar algumas dicas para tirar fotos de suas viagens como se você fosse um profissional, deixando seus amigos e parentes de queixo caído.

1 - escolhendo a câmera certa para você

Câmera Reflex

Não adianta nada você sair comprando aquela câmera hiper-mega-ultra-superpoderosa, se você não souber como utilizá-la bem, nem esteja disposto a aprender como usá-la.
Também não vá muito atrás dos vendedores de câmeras (a única exceção são os da B&H Photo, em Nova York, que são verdadeiros experts), pois geralmente eles não entendem nada de fotografia nem de câmeras.
Se você é apenas um hobbista, que só fotografa em datas especiais e não quer se dedicar muito à fotografia, uma câmera compacta ou uma compacta avançada já é mais do que o suficiente.
No entanto, se você prefere dar um passo além, compre uma Reflex da Canon ou da Nikon e comece a estudar.

2 - aprenda a mexer em sua câmera

Camera compacta

Assim que você comprar uma câmera nova, experimente bastante antes de sair fotografando sua viagem ou algum evento (isto se você se profissionalizar). Leia o manual da câmera do começo ao fim e descubra quais são as funções dela.
Aprenda a controlar o equilíbrio de branco (White Balance), controle de Exposição (Exposure), ISO e, se ela tiver Modo Manual, onde ficam os controles de velocidade do obturador e abertura de diafragma.

Se eu estiver falando grego para você, está na hora de ler o Curso de Introdução à Fotografia.

3 - selecione os melhores horários do dia

East Village

Meio-dia é o pior horário para se fotografar, pois as sombras ficam fortes demais e as pessoas ficam com "olhos de panda".
O ideal é escolher uma das duas "horas douradas", isto é, o nascer ou o pôr do sol, ou fotografar de manhã e à tardezinha, pois a iluminação é mais bonita e as sombras mais agradáveis.
Dias nublados também são ótimos para fotografar retratos.

Intro 12 - Brooklyn Bridge

Já fotografia noturna é um mundo à parte. A maioria das câmeras compactas tem um péssimo desempenho em situações com pouca iluminação e você terá um monte de fotos borradas se não tiver um tripé.

4 - aprenda a compor uma bela foto

Regra dos Terços

Os princípios de composição podem ser utilizados por qualquer pessoa, esteja ela com uma câmera boa ou com uma porcaria.

A Regra dos Terços poderá melhorar bastante o enquadramento das suas fotos, basicamente, basta dividir o quadro de uma imagem em nove seções (como a foto acima) e posicionar o tema principal, a pessoa, a atração turística, o animal, ou qualquer outra coisa, nas interseções das linhas.
Quase sempre centralizar o tema da foto é sinônimo de uma imagem sem graça.

Lower East Side

Além disto, explore diferentes pontos de vistas e utilize linhas, formas, cores e perspectiva para criar uma hierarquia de interesse numa foto.

5 - tire fotos de tudo

Tony Roma`s de Lima

Incorpore o tipo "dedo nervoso" e tire fotos de tudo. Tire fotos dos prédios, de sua família com os prédios, das pessoas nas ruas, dos animais, das lojas, das comidas, do bilhete de entrada no museu, do mercado, tire fotos de longe e de perto, de cima e de baixo, tire o maior número de fotos possíveis (e sempre carregue um cartão de memória extra!).

Homeless in NY subway

Quanto mais fotos você tirar, melhor você ambientará sua viagem depois e mais fácil será para se lembrar pode onde você passou e o que tanto você viu. E ainda poderá dar belas risadas das cenas estranhas que vivenciou.

6 - descarregue sua câmera diariamente (se possível)

Se você é como a gente, que carrega o notebook para onde vamos, o ideal é sempre passar as fotos para o computador no final de cada dia de sua viagem. Assim, você evita encher o cartão de memória e perder tempo, e às vezes imagens preciosas, tendo de repassá-las todas procurando quais você pode apagar.

7 - só mostre para as pessoas as melhores fotos

Times Square

Controle-se e não cometa o erro de mostrar para seus amigos todas as 1500 fotos que você tirou da sua viagem para a Disney.
Primeiro, porque ninguém tem saco para prestar atenção em todas, depois porque, com certeza, haverá dezenas de fotos iguais ou muito semelhantes. Selecione apenas umas 30, somente as melhores de todas, e mostre aos outros apenas estas fotos.
Quanto melhor você escolher, mais as pessoas ficarão impressionadas com suas fotos.

Lembre-se, tanto os fotógrafos bons quanto os ruins tiram fotos ruins, mas os bons fotógrafos são aqueles que só mostram as fotos boas.

8 - Compre o Curso de Introdução à Fotografia do Cala a Boca e Clica!

Cala a Boca e Clica! - Curso de Introdução à Fotografia

Se você se interessa por fotografia, mas acha que é muito complicado para aprender sozinho e acha caro pagar um curso, compre então o Curso de Introdução à Fotografia do Cala a Boca e Clica!

Ali, você encontrará todas as informações, desde como escolher a melhor câmera fotográfica para você, tods os fundamentos e as principais técnicas para obter fotos melhores, além de vários exercícios práticos.

Suas fotos nunca mais serão as mesmas!

Texto publicado originalmente no site Viagens para Mãos de Vaca


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