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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Fotografando um lanche do McDonald's: por que a foto é tão diferente da realidade?


Está rolando na internet um vídeo muito legal, no qual a diretora de marketing do McDonald's do Canadá explica o processo para tirar foto de um lanche para propaganda.

A pergunta que motivou o vídeo é a seguinte: "por que seus lanches parecem ser tão diferentes em propagandas dos que estão nas lanchonetes?"

Antes de tudo, devo dizer que esta pergunta é ligeiramente estúpida, pois ninguém vai a um fotógrafo para parecer mais feio.
Quando contratamos um bom fotógrafo, queremos ficar mais bonitos, as mulheres vão ao cabeleireiro e usam maquiagem, e é preparado todo um set de iluminação que nos privilegia.
E esta lógica não é diferente para um animal, ou para um sanduíche. O McDonald's, ou qualquer outra empresa, não contrata uma empresa de marketing para que seus produtos saiam horrorosos nas fotos ou nos vídeos.

Tendo esclarecido isto, farei um resumo do vídeo para aqueles que não falam inglês e só lerão as figuras.
A diretora de marketing do McDonald's vai até uma lanchonete da rede e compra um quarteirão com queijo, depois se encaminha até o estúdio fotográfico para tirar uma primeira foto deste sanduíche.
Então, com os mesmos ingredientes das lanchonetes (é o que ela diz, pelo menos), eles preparam um sanduíche "cenográfico", montado de uma maneira para que todos os ingredientes, que num sanduíche normal estariam dentro do pão, possam ser visualizados na propaganda, como o picles, a mostarda e ketchup. Eles também dão uma derretidinha no queijo para ficar mais apetitoso.
Esta é a maquiagem do sanduíche.

Por fim, levam a foto para o pós-processamento, onde são feitas pequenas correções para ressaltar as cores e remover pequenos defeitos no pão.

Segundo a diretora de marketing, a foto fica tão diferente do produto das lanchonetes porque a caixa é feita para preservar o lanche quente, e os vapores fazem com que o pão murche um pouco.

Anatomia do vídeo

Além de ser um vídeo bastante interessante para quem curte fotografia, eu gostaria de compartilhar com vocês alguns detalhes que reparei nele.


O primeiro é o set utilizado para tirar as fotos. Podemos observar que há seis luzes neste set, quatro strobes embaixo (um deles está atrás do fotógrafo) e dois outros strobes dentro de softboxes (aqueles modificadores retangulares pretos).

Este é um belo set, ainda mais se pensarmos que se trata a foto de um mero sanduíche.
Podemos perceber também que destas seis luzes, quatro estão ligadas: a do fundo e no topo em softboxes, a do canto esquerdo e, depois, no decorrer do vídeo, veremos que a luz atrás do fotógrafo também está funcionando.
Eu só fiquei na dúvida quanto ao primeiro strobe (com a interrogação) do lado direito, pois ele parece estar desligado, mas depois, mais adiante no vídeo, ele parece estar ligado.


Esta foto é a que foi tirada do sanduíche preparado na lanchonete. Por ela, e pelo reflexo à direita no queijo, podemos ter a certeza que o strobe da direita estava ligado.

A foto não é ruim, principalmente porque está bem perto da realidade, mas, em comparação ao resultado final, veremos que o trabalho do fotógrafo valeu a pena.


Aqui poderemos dar uma xeretada no equipamento que eles utilizam. A flecha aponta para a câmera usada, uma Mamiya de formato médio, bastante usada em fotos para propaganda, por sua grande qualidade ótica. Sem dúvida, eles devem ter capturado a imagem com um fundo digital de alta resolução. Uma câmera destas com um fundo digital deve estar na casa de 25 mil reais, talvez muito mais dependendo da configuração.


Aqui temos a foto do sanduíche depois da maquiagem, embelezado e preparado para chamar mais atenção.
A diretora de marketing afirma que esta é a foto saída diretamente da câmera, sem retoques, mas acho que houve pequenas correções, pois o pão não aparenta ter os mesmos defeitos que são corrigidos posteriormente no vídeo.


Por fim, aqui está a comparação lado a lado com o sanduíche comprado na lanchonete e o outro preparado para a propaganda.

Há uma grande diferença, inquestionavelmente, assim como há grandes diferenças entre aquela foto de casamento da sua prima e ela na vida real.

Como eu disse, gostaríamos de parecer mais bonitos na fotografia. Sorte do quarteirão com queijo que consegue esta proeza!

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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Curso de Iluminação Artificial - escolhendo o melhor tipo de iluminação para você

(Foto por alex deforest, bryce moseley & katie weilbacher: http://www.flickr.com/photos/katiew/336770775/)

Se você pretende um dia se tornar um fotógrafo profissional, daqueles que fazem books, ensaios, ou cobrem casamentos, você logo descobrirá que, antes de tudo, você terá de investir um pouco (ou muito) para entrar nesta carreira, isto significa comprar boas câmeras e lentes, fazer bons cursos e também saber escolher bem seus acessórios, como o tipo de iluminação que utilizará.

Strobes de estúdio


Para quem possui um bom espaço físico para montar um estúdio, talvez adquirir um conjunto de iluminação de strobes seja uma ótima opção.

A vantagem dos strobes de estúdio é que eles geralmente tem maior potência, menor tempo de reclicagem (isto é, você pode tirar mais fotos seguidas, sem precisar aguardar muito pela recarga) e um maior número de modificadores, como sombrinhas, softboxes, grids e honeycombs. Este é um grande passo rumo à profissionalização.
Além disto, os strobes possuem luz de modelagem, que é um feixe contínuo de luz que lhe permitirá visualizar como os flashes iluminarão o modelo retratado.

No entanto, uma das grandes desvantagens deste tipo de set é a mobilidade. Geralmente, os kits de iluminação para estúdio são desengonçados, pesados e ocupam bastante espaço, o que pode ser um obstáculo se você quiser fotografar ao ar livre ou fora de seu estúdio.
Além disto, muitas vezes você necessitará de um fotômetro manual para medir corretamente a luz e obter os melhores resultados.

Existem duas modalidades de strobes para estúdio: 1 - com power pack, ou 2 - monolights.

1 - Com power pack
Kits de iluminação com power pack (como da imagem acima) possuem uma espécie de bateria, na qual você conecta e controla a potência dos strobes, ou aproximando e afastando as luzes. A potência dos power packs é medida em watts por segundo, ou W/s, e ela será distribuída igualmente, ou como você definir, entre o número de luzes utilizadas.
Por exemplo, se você tem um power pack de 500 W/s e duas luzes, cada uma terá a potência de 250 W/s, que é mais do que o suficiente para a maioria das situações.

2 - monolight


Monolights partem do mesmo princípio dos strobes com power pack, só que, neste caso, a bateria está diretamente na luz, de onde você pode controlar a potência. Esta é uma boa alternativa para quem está começando, já que um conjunto com dois monolights costuma custar mais barato do que um kit com power pack, e quebra um galhão.

Flashes externos


Esta modalidade de iluminação nada mais é do que o flash de sua câmera só que com maior potência e versatilidade.
Bons flashes externos podem custar caros, às vezes até mais caros do que alguns kits de strobes para estúdio, mas sempre é possível comprar um de uma marca inferior e brincar com eles.
Mas cuidado antes de conectar um flash made in China em sua câmera! Alguns podem fritar seu equipamento em dois tempos...

A minha recomendação é sempre comprar os flashes do mesmo fabricante de sua câmera, seja Canon ou Nikon, mesmo que isto doa um pouco no bolso. Dê também uma olhada em flashes de segunda-mão, ou de modelos anteriores, o que pode representar uma economia significativa.

A vantagem dos flashes externos é a mobilidade e a versatilidade. Você pode dependurar um destes flashezinhos em virtualmente qualquer lugar e iluminar seu objeto de maneiras que nunca imaginou. Eles são pequenos, leves e práticos, e simples de usar.
Quase todos os flashes modernos possuem um sistema de medição automática de luz, o que facilita bastante a vida do fotógrafo. Basta compor a foto e clicar, que o próprio flash avalia a quantidade de luz necessária.
É o ideal para fotógrafos de eventos, que precisam de praticidade e se movimentam bastante.

Por outro lado, as desvantagens são a pouca potência, o tempo de reciclagem mais lento e a vida curta das pilhas. De repente você está disparando o flash, e meia dúzia de cliques depois, a pilha já acabou. Além disto, há poucos modificadores para flashes externos, ou você terá de ser bastante criativo.
Outro probleminha é que não possuem luz de modelagem contínua (até existe uma função para isto, mas come bateria à doidado!), ou seja, você só saberá como ficou a iluminação depois de ter tirado a foto.

Luzes quentes


As luzes quentes funcionam basicamente como as lâmpadas incandescentes da sua casa, de um abajur ou luminária, só que são mais potentes e, consequentemente, mais quentes. Assemelham-se às luzes contínuas utilizadas por cinegrafistas.
Este é o tipo de iluminação mais barata possível, apesar de bastante limitadora. Não é tão fácil congelar o movimento com este tipo de iluminação e o estúdio pode virar uma fornalha.

Não é a mais recomendada para uso profissional, apesar de ter seus adeptos.

Antes de comprar um equipamento de iluminação

Pense exatamente quais são as suas necessidades antes de sair gastando seu dinheiro em equipamentos caros de iluminação:

1 - você tem um local específico para montar seu estúdio, ou precisa de uma luz leve que possa ser carregada para qualquer lugar?

2 - você quer potência e velocidade, ou praticidade e mobilidade?

3 - você fotografará modelos estáticos, ou precisará congelar movimento e perseguir a pessoa retratada?

4 - pode gastar muito, ou a grana está contada?

Pese estes quatro quesitos e veja quais dos três tipos de iluminação, strobes, flashes ou luz quente, satisfazem melhor suas exigências.

Iluminação artificial em fotografia é fascinante e bem utilizada pode criar imagens magníficas.

Imagens: divulgação

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domingo, 15 de abril de 2012

Curso de Iluminação Artificial - Introdução

(1/250 f/8 ISO 100, com strobes de estúdio: http://www.flickr.com/photos/henrybugalho/6232424442/)

Então você já comprou o Curso Introdutório de Fotografia do Cala a Boca e Clica!, praticou todos os exercícios sugeridos e percebeu melhorias em suas fotos?

Já aprendeu a controlar sua máquina fotográfica no Modo Manual, entendeu os princípios básicos da fotografia e conheceu algumas técnicas de composição?

Talvez estejamos na hora de dar mais um passo e começarmos a falar de iluminação artificial.
E é agora que o bicho vai pegar, meu amigo!

Se você leu o artigo sobre iluminação, então você sabe que iluminação artificial é um monstro à parte no mundo da fotografia, com técnicas avançadas que muitos fotógrafos jamais dominarão completamente.

No fundo, não é exatamente nenhum bicho de sete cabeças, mas exige dedicação e muito estudo, além de prática, obviamente.

O que é iluminação artificial?

(1/250 f/8 ISO 80, com strobe de estúdio, por Denise Nappi: http://www.flickr.com/photos/henrybugalho/6380220519/)

Iluminação artificial é qualquer tipo de luz acrescentada a uma cena que não seja a luz ambiente, como a luz do sol ou de lâmpadas em um ambiente interno.


(1/250 f/5 ISO 100, misto de flash externo e iluminação ambiente: http://www.flickr.com/photos/henrybugalho/5932146814/)

Iluminação artificial pode ser um flash, embutido da câmera ou externo, strobes de estúdio, outros tipos de luzes, ou refletores.
Você pode ter um set somente com iluminação artificial, como num estúdio, onde todas as luzes são minuciosamente controladas, ou um misto de iluminação artificial e iluminação ambiente, como na maioria dos eventos, em casamentos, festas de aniversário e formaturas, por exemplo.

(1/200 f/10 ISO 320, com strobes de estúdio, por William Mantovani: http://www.flickr.com/photos/henrybugalho/6324407890/)

O cenário ideal é quando se utiliza somente iluminação artificial, quando você pode regulá-las exatamente como deseja, com controle absoluto do fotógrafo, mas este nem sempre será o caso.

O que você precisará para o Curso de Iluminação Artificial?


Você precisará de pelo menos um foco de luz externo, que não seja o flash embutido (built-in flash) de sua câmera. Isto pode ser um flash externo (external flash), um strobe (como um monolight) de estúdio ou até mesmo uma luminária potente (ou uma luz quente).
O melhor é que você possa ter algum controle sobre a potência da luz, senão você deverá ter espaço para poder aproximar e afastar o foco de luz da pessoa ou do objeto fotografado.

Além disto, em lições futuras, talvez você necessite de modificadores, como sombrinhas, para suavizar a luz.

E é evidente que você precisará de uma câmera fotográfica, preferencialmente uma Reflex, com saída para disparar remotamente o flash ou o strobe.

Por fim, muna-se de bastante disposição para realizar os exercícios propostos, pois sem prática não se chegará a lugar algum.

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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Introdução à fotografia 23 - Composição: Iluminação

New Year's Eve in Central Park
(1/125 f/1.4 ISO 400, com flash Canon Speedlite 550EX. Foto: http://www.flickr.com/photos/henrybugalho/4238495850/)

A fotografia se assenta sobre alguns dos mesmos princípios das demais formas de Arte e, além dos princípios técnicos sobre os quais já falamos - ISO, velocidade do obturador, abertura de diafragma, distância focal -, um dos maiores segredos de uma boa foto é como os elementos de um quadro estão dispostos, o que chamamos de composição.

Existem várias técnicas de composição, e mais de uma pode estar presente numa foto.

Iluminação

Sem a luz, a fotografia sequer existiria. A iluminação é o que torna esta Arte possível, é a essência da fotografia e todos seus princípios básicos, como velocidade do obturador, ISO e abertura de diafragma, são para aprender como controlar a luz que entra na câmera.

Entretanto, saber utilizar a iluminação, tanto a luz ambiente quanto iluminação artificial, também é uma técnica de composição. A disposição e a qualidade da luz pode criar efeitos completamente diversos numa imagem, como veremos à seguir.

Luz natural

Regra dos Terços

A luz do Sol é a primeira fonte de iluminação do ser humano, e é o tipo de iluminação ao qual todos os fotógrafos terão de se habituar.
É uma luz potente e que cria fortes sombras, é por isto que se torna necessário aprender quais são os melhores horários do dia ou condições climáticas para se fotografar, ou utilizar refletores ou difusores para atenuar as sombras.

Via de regra, toda a iluminação artificial, como flashes ou luzes de estúdio, visa recriar o tipo de iluminação do sol, com ângulos de incidência semelhantes aos criados pelo sol na natureza.

A foto acima foi tirada durante o sol de fim de tarde, com um agradável tom avermelhado e com a típica iluminação de inverno no hemisfério norte, com sombras fortes e marcadas.

Iluminação ambiente

Recoleta at night

O termo iluminação ambiente é usado basicamente para se referir a qualquer tipo de luz disponível numa cena, que pode ser tanto a luz natural do sol ou da lua, quanto luz de postes ou lâmpadas em ambientes externos ou internos.

A foto acima foi tirada apenas com a luz ambiente à noite, os postes da rua e a iluminação da igreja, com uma velocidade do obturador relativamente lenta e que, se eu não houvesse segurado a câmera com firmeza, havia grandes chances de ficar borrada.

Galerías Pacífico, Buenos Aires

Já nesta segunda foto existem dois tipos de iluminação ambiente, uma luz natural, do sol atravessando as clarabóias e projetando-se na parede interna da galeria, e outra luz das lâmpadas da galeria que suavizam um pouco as sombras.

Iluminação Artificial
William - portrait
(1/250 f/11 ISO 320 com iluminação de estúdio. Foto: http://www.flickr.com/photos/henrybugalho/6141203161/)

Geralmente, o termo iluminação artificial refere-se a algum tipo de foco de luz que não pertence à cena, um flash ou strobe de estúdio, ou até mesmo uma lanterna ou lâmpada que você traz ao cenário para aumentar a iluminação.
A utilização de iluminação artificial é uma arte por si própria, tão complexa e minuciosa que muitos fotógrafos jamais a dominarão.
Na maioria da vezes que você ouvir um fotógrafo dizendo: "eu não gosto de flash, só uso luz ambiente", isto quer dizer "eu não sei como utilizar bem os flashes, por isto, tenho de me virar apenas com a luz ambiente".
Pois, como eu disse, a intenção da iluminação artificial é, na maior parte dos casos, reproduzir a naturalidade da luz do sol, portanto, não deve parecer que o fotógrafo está utilizando uma luz artificial, o que não é nada fácil.
Muitas vezes, você será obrigado a utilizar uma luz artificial quando a cena estiver escura demais de modo que não seja possível fotografar uma pessoa ou cena segurando a câmera sem tripé, ou porque a iluminação do fundo é mais clara que o primeiro plano, ou até durante o dia para amenizar as sombras, o que é conhecido como luz de preenchimento (fill light).

Bia
(Foto com uma Pentax K1000 e flash direto, filme CVS ISO 400, em http://www.flickr.com/photos/henrybugalho/3999207353/)

A iluminação artificial mais acessível de todas é a do flash embutido, presente em quase todas as câmeras compactas e Reflex. É a mais acessível, mas também uma das piores de todas, pois é uma luz forte, direta, que cria sombras fortíssimas e desagradáveis e totalmente antinaturais.
Como se diz no mundo da fotografia, é como se você estivesse tirando uma foto usando um capacete de mineiro (aquele com uma luzinha em cima).
É o tipo de iluminação que deixa o primeiro plano totalmente claro, ressaltando olheiras, rugas e cicatrizes em pessoas, enquanto deixa o segundo plano totalmente escuro.
Um flash externo resolveria este problema em várias situações, principalmente se você rebater a luz em paredes, refletores ou usando difusores.

Brazilian Carnival in New York 
(1/25 f/4 ISO 400 com flash Canon Speedlite 550EX. Foto: http://www.flickr.com/photos/henrybugalho/4355453540/)

Além disto, em quase todas as circunstâncias em que você utilizar um flash, haverá um misto de luz artificial com luz ambiente, como na foto acima. Quanto melhor você conseguir equilibrar estes dois tipos de iluminação, mais natural e agradável será o resultado final, sem aquela sensação de capacete de mineiro, com uma luz forte e direta na cara do sujeito.

Qualquer um que trabalha com casamentos ou eventos nos quais o uso do flash é necessário, conhece os desafios para conseguir um equilíbrio entre o flash e a luz ambiente, que requer muita técnica e várias tentativas e erros.

Se você se interessa pela utilização de luz artificial, tenha um pouco de paciência, pois também prepararemos um curso de iluminação artificial em breve.

Exercícios práticos

1 - arranje uma vítima para ser fotografada, pode ser sua mãe, pai, irmão, um amigo e faça uma série de fotografias em diferentes tipos de iluminação:

a - com luz natural (do sol), se possível em diferentes horários do dia, manhã, meio dia e à tarde;

b - com luz ambiente, como em locais fechados, com lâmpadas, postes, na sombra e à noite.

c - com o flash embutido da sua câmera;

d - se você possuir um flash externo, tire uma foto com ele também.

Depois, compare as fotos e analise-as. Consegue perceber a diferença entre estes tipos de iluminação, as sombras, as regiões iluminadas, as tonalidades? Qual ficou mais bonita, em sua opinião?

2 -  Reveja fotos que você já tenha tirado anteriormente. Qual é o tipo de iluminação que você mais costuma utilizar? Luz ambiente ou luz artificial?

E continue compartilhando conosco suas dúvidas, conclusões ou comentários.

http://www.flickr.com/groups/calabocaeclica/



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